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metadata.dc.type: Dissertação
Title: “NINGUÉM FALA QUE O CARA É CULPADO”: IDENTIDADES DE GÊNERO FEMININO A PARTIR DO SIGNO VIOLÊNCIA NO SITE DA REVISTA MARIE CLAIRE
metadata.dc.creator: Israel, Fernanda Aparecida
metadata.dc.contributor.advisor1: Torquato, Cloris Porto
metadata.dc.contributor.referee1: Janzen, Henrique Evaldo
metadata.dc.contributor.referee2: Camargos, Moacir Lopes de
metadata.dc.contributor.referee3: Saleh, Pascoalina Bailon de Oliveira
metadata.dc.description.resumo: O presente trabalho busca promover discussões sobre a identidade de gênero feminina inserida em um contexto de escrita específico da pós-modernidade, a internet, recortada na sessão Mulheres do Mundo do site da revista Marie Claire. A revista Marie Claire me chamou a atenção pelo slogan “Chique é ser inteligente”. Desta forma, entendi que uma revista que tenta promover o feminino para além da aparência física e das relações de consumo, tem objetivos interessantes a serem analisados. A dissertação está estruturada em três capítulos principais. O primeiro, intitulado Gêneros do discurso, discuto o conceito de gêneros do discurso postulado na obra de Bakhtin, bem como reflito sobre o que seriam os chamados fatores internos e externos do enunciado. Neste capítulo apresento, também, algumas características do enunciado e sua relação com os gêneros publicados na revista feminina estudada. No capítulo dois, intitulado A pós-modernidade e suas urgências: questões de identidade e de gênero, promovo, na primeira sessão, Identidades, reflexões sobre o contexto da pós-modernidade e as possibilidades de sujeito identitário decorrentes desse período, a partir de Stuart Hall (2006). Na segunda sessão, O Gênero social como categoria em análise, apresento discussões sobre gênero social feminino, focalizando seu percurso para se legitimar teoricamente na ciência, a partir de Guacira Lopes Louro (1997) e Judith Butler (1999). Na terceira sessão, Suporte revista: a imprensa feminina a partir do século XVII e no subtópico A revista Marie Claire, apresento um breve histórico sobre a imprensa voltada ao público feminino no mundo, enfatizando alguns aspectos discursivos que ela carregou e quais aspectos se mantêm na imprensa atual, bem como mostro algumas características na construção histórica da revista Marie Claire. No capítulo terceiro, intitulado Elas: as Mulheres do Mundo, faço as análises do eixo temático Mulheres nas relações de violência – recortado em quinze textos – em que promovo um diálogo entre o signo violência e os discursos construídos socialmente sobre a identidade de gênero. Relações público/privado, culpabilidade/vulnerabilidade, ocidentalidade, deslocamentos do movimento feminista, empoderamento e ampliação do conceito de saúde da mulher, são alguns resultados. Ao final, faço as considerações sobre a pesquisa.
Abstract: This paper seeks to promote discussions on the identity of inserted female gender in a specific written context of post-modernity, the Internet, cropped at the World Women session Marie Claire magazine's website. The Marie Claire magazine caught my attention by the slogan "Chic is to be smart." In this way, I realized that a magazine that tries to promote women beyond the physical appearance and consumer relations, has interesting objects to be analyzed. The dissertation is structured into three main chapters. The first, entitled Speech Genres, I discuss the concept of postulate speech genres in the work of Bakhtin, and reflect on what would be the so-called internal and external factors of the statement. In this chapter we present also some characteristics of the statement and its relation to the genres published in the studied women's magazine. In chapter two, entitled Post-modernity and its emergency: identity and gender issues, promote, in the first session, Identities, reflections on the context of post-modernity and the possibilities of subject identity arising from this period, from Stuart Hall (2006). In the second session, the social gender as a category under review, present discussions on female social gender, focusing on its way to legitimize theory in science, from Guacira Lopes Louro (1997) and Judith Butler (1999). In the third session, magazine holder: the female press from the seventeenth century and the subtopic Marie Claire magazine, I present a brief history of the press aimed at women in the world, emphasizing some discursive aspects that she carried and what aspects remain in current press as well as show some characteristics in the historic building of Marie Claire magazine. In the third chapter, entitled They: the World's Women, do analyzes of the main theme Women in abusive relationships - cut in fifteen texts - in which promote a dialogue between the sign violence and discourse on socially constructed gender identity. Public / private relationships, guilt / vulnerability, westernization, the feminist movement shifts, empowerment and expansion of the concept of women's health, are some results. Finally, I do the considerations about the research.
Keywords: identidades
linguagem
revista feminina
violência
identity
women’s magazine
violence
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA
metadata.dc.language: por
metadata.dc.publisher.country: BR
Publisher: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
metadata.dc.publisher.initials: UEPG
metadata.dc.publisher.department: Linguagem, Identidade e Subjetividade
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós Graduação em Linguagem, Identidade e Subjetividade
Citation: ISRAEL, Fernanda Aparecida. “NINGUÉM FALA QUE O CARA É CULPADO”: IDENTIDADES DE GÊNERO FEMININO A PARTIR DO SIGNO VIOLÊNCIA NO SITE DA REVISTA MARIE CLAIRE. 2015. 198 f. Dissertação (Mestrado em Linguagem, Identidade e Subjetividade) - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA, Ponta Grossa, 2015.
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
URI: http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/405
Issue Date: 11-Aug-2015
Appears in Collections:Programa de Pós - Graduação em Linguagem, Identidade e Subjetividade

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